Dia: 1 de junho de 2020

  • Palestra XP Investimentos

    Palestra XP Investimentos

    A palestra do economista-chefe da XP Investimentos Marcos Ross para a Aliança Energia, no dia 29 de maio, contou com mais de 100 participantes. Na ocasião Marcos apresentou a análise do cenário macroeconômico global e brasileiro além de comentar um pouco sobre os impactos previstos para o setor elétrico.

    Dentre as questões abordadas destacou a queda nos índices de atividade econômica do Brasil devido ao efeito global da pandemia, bem como a previsão de um cenário de relativa “desglobalização”, em função das medidas necessárias ao combate ao Covid. Importante considerar também que a queda no PIB pode gerar um efeito negativo no setor de energia. Por outro lado, é estimado que o setor industrial se recupere antes do setor de serviços, o que seria uma boa notícia para o setor elétrico. Com o acompanhamento dos indicadores que vem sendo realizado pelas equipes econômicas, será possível traçar outros cenários que permitam identificar oportunidades e ameaças.

    As palestras sobre cenário macroeconômico são fruto da articulação da equipe Financeira da Aliança e está em sua 5ª edição. Discussões desta natureza é uma importante rotina da área Financeira para análise de conjuntura econômica, ocorrem quase que semanalmente com diversos bancos, permitindo uma maior assertividade em decisões, tais como aplicações financeiras, captação de recursos e projeções dos resultados da empresa.  Este evento aberto para participação de todos os funcionários da Aliança é uma excelente oportunidade para que cada um possa ampliar suas percepções sobre a conjuntura econômica global.

  • História 3 – Débora

    História 3 – Débora

    Meu pai conta uma história heroica de como parou de fumar. Um dia abriu um maço de cigarros em uma obra, tirou um e foi trabalhar. Quando voltou, percebeu apenas dois cigarros no maço e brigou com todos os colegas. Naquele dia, ele decidiu que não compraria mais cigarros e assim parou de fumar. Mas tenho certeza, não foi tão fácil assim.

    Minha memória de criança já é dele gordinho como hoje. Largar o cigarro acrescentou pelo menos 50 kg ao peso dele, mas com certeza o rejuvenesceu também e, na minha opinião, é mais bonito assim. Lembro bem das intolerâncias e crises de raiva em casa, que hoje entendo eram pela abstinência.

    O mais difícil foi pra minha mãe, que ainda luta contra o vício. Sei o quanto ela sofreu com a mudança de estilo de vida do meu pai. Quando se casaram, fumavam juntos e não havia restrições ao cigarro em casa. Naquela época era comum, e até chique, exibir cinzeiros de louça na sala. Mas quando papai largou o vício, o cigarro virou um tabu em casa. Mamãe tinha que se esconder e ir longe no quintal para fumar, não podia ter cheiro de cigarro quando papai voltasse. Mas como tirar o cheiro que o fumante exala em seu corpo e roupas?!

    Eu mesma fui a filha mais intolerante ao cigarro, briguei com ela diversas vezes, roubava e destruía os cigarros, me recusava a ir comprar, enfim, sei o quanto foi difícil para minha mãe. Ela teve oportunidade para lagar o vício; como as três gestações, por exemplo. Chegou a conseguir ficar sem fumar por 18 meses, mas sempre voltava. O ambiente de trabalho também ajudava, na escola em que trabalhava não havia restrições: as professoras tinham até uma salinha exclusiva para fumar nos intervalos das aulas.

    Eu queria contar uma história de superação, mas ainda estamos no processo e a evolução é muito boa. Antes, ela fumava três maços diários e, hoje, conseguiu reduzir a um por semana. Sei que ela vai conseguir e dou meu apoio pra isso.

    Nas viagens, ela tenta ficar sem o cigarro

    E muitas vezes ela consegue…Na última, que foi a maior de todas (até agora), ela me fez conhecer a cidade de um jeito diferente: caminhamos mais de 3 km atrás da marca específica de cigarros que ela fuma, mas ela fumou apenas 2 cigarros a viagem inteira! Em outra época, eu iria confrontá-la dizendo que ela estava bem e que não precisava daquilo, o que certamente a deixaria chateada e com o sentimento de impotência que exprime desde sempre. Mas eu decidi respeitar o tempo dela e a minha mudança de abordagem tem ajudado mais e demostra o amor que sinto por ela.

    Isso aí, dona Maria Alice, as pequenas vitórias são tão importantes quanto superar. Celebre-as!

    O pai da Débora Silva se chama Florisvaldo Henrique de Oliveira, o índio pedreiro, como é conhecido. Sua mãe, a dona Maria Alice Silva de Oliveira, ou “tia Alice”.

  • Regra de Ouro #4: Trabalho em altura

    Regra de Ouro #4: Trabalho em altura

    Trabalha em altura igual ou superior a 2 metros? Essa regra é para você.

    A quarta Regra de Ouro, Trabalho em Altura, é destinada a profissionais que atuam em altura ou onde haja risco de queda de nível, como troca de lâmpada, acesso à ponte rolante, acesso ao pórtico e às torres eólicas.

    É considerado descumprimento da regra:

    • Trabalhar sem cinto de segurança devidamente atracado em ponto de ancoragem seguro;
    • Descer escadas tipo “marinheiro” sem estar com o cinto atracado na estrutura da escada ou em cabo guia provido de trava queda;
    • Não ter os exames ocupacionais em dia e APTO (aptidão física).

    Lembre-se!

    • Faça a checklist do seu cinto de segurança antes de iniciar as atividades;
    • Percebeu alguma situação de risco? Pare a atividade;
    • Conheça os treinamentos e documentos necessários para exercer a função;
    • Confira a validade dos Equipamentos de Proteção Individuais e coletivos;

    Caso não se sinta confortável em realizar uma tarefa, use o Direito de Recusa, preencha o formulário e comunique ao seu gestor imediato e a área de S&S.

    Em caso de dúvidas, procure o seu gestor ou um profissional da área de Saúde e Segurança.